27 de nov de 2014

FLAMENCO NO MARISTA, MUITO MAIS QUE UM ESPETÁCULO CIGANO

Meu filho querido


Peças de um ato, encenada pela estudante Juliana Rodrigues, como parte do evento de conclusão do ano letivo 2014 na Escola Marista Champagnat de Natal.


SINOPSE
Califórnia 1942: ‘Coruja Branca’ é uma linda índia guerreira do povo Shoshone, que há muitos anos precisou abdicar da luta a favor da liberdade do seu povo. Casada com Alejandro de La Veja ela dedica seus dias a bordar e administrar sua casa, ocultando seu passado de lutas e guerras por respeito ao marido. Mãe de Diego de La Vega viu seu filho ser enviado à Barcelona contra sua vontade, para estudar Direito. Chega a seus ouvidos rumores de uma sangrenta guerra que está para eclodir no Velho Mundo. Aflita, ela decide enviar uma carta ao seu filho. O monólogo ’Meu filho querido’ é um relato doce e comovente de uma mãe que, com o poder de suas palavras, pariu a maior lenda que a Califórnia já precisou: Zorro.

Zorro: Uma Lenda Cigana



Espetáculo de dança flamenca em sete cenas, encenado pelos estudantes do Grupo Ubuntu de Dança da Escola Marista Champagnat de Natal. Todas as coreografias do espetáculo foram construídas pelos próprios educandos à medida que vivenciavam os conteúdos abordados nas aulas práticas de dança-teatro e os adaptavam aos seus próprios saberes corporais. Também foram incluídas aulas técnicas de dança flamenca.Um dos elementos mais importantes deste espetáculo, a iluminação foi pensada para permitir a projeção das sombras assim como a criação de ambientes externos como um poente ou uma noite estrelada. Para isso a concepção de luz será elaborada em conjunto com o iluminador contratado pelo Marista. A partir de uma sugestão da aluna Izabel Dias Romeiro, o teatro de sombras foi pensado como possibilidade estética

SINOPSE
Natal, ano de 1943: começa uma aventura numa época fascinante e turbulenta, com um personagem cativante chamado Diego de La Vega... O Zorro. Diego, um jovem americano rico, se vê obrigado a abandonar Barcelona devido à 2ª Guerra Mundial. Para escapar dos nazistas, aceita viajar com o clã cigano, os ‘Rudaris’ até a América. Contudo, ele se vê obrigado a ficar numa pequenina e pacata cidade brasileira antes de completar sua viagem até a Califórnia. Ao perceber que a capital potiguar está ameaçada por um tirano Coronel, ele passa a defender os fracos e oprimidos, sob uma máscara e uma capa negra, empunhando uma espada e cavalgando um cavalo igualmente negro de nome "Tornado". Sem o disfarce, ele simula ser um homem que se acovarda diante de situações de perigo

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